sábado, 9 de junho de 2007

sopro

Sopro
som coxo
em labirintos
de escambos.
Ressonância
aguda do oco
moco do bambú.
Vibração
de cipós vocais
onde me guardo de segredos
o som quase não sai
e quando chega....
ESTRONDO
pele se lançando com outras no infinito oculto do prazer.
rasgação de seda fria
a língua escorrega no cheiro doce dos teus caminhos.
(e) os mistérios, perpétuos,
tornam-se finitos.
(aSg para An)

3 comentários:

Leandro Hoehne disse...

O comentário é interno...
Questão limiar de privacidade. Aproveitem a poesia...

Ângela Garcia e Garcia disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ângela Garcia e Garcia disse...

Reescrevo o que num lapso de loucura excluí de seus comentários! (rsrs...!)


"...........!"